William Waack demonstra apoio à Rachel Sheherazade em polêmica com dono da Havan.

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William Waack defende Rachel Sheherazade em polêmica com dono da Havan

De volta à mídia após fechar contrato para ancorar um dos principais jornais da CNN Brasil, o jornalista William Waack demonstrou apoio à sua colega de profissão, Rachel Sheherazade, após ter sua cabeça pedida para Silvio Santos publicamente pelo empresário Luciano Hang, dono da loja de departamentos, Havan. O empresário sugeriu via Twitter para que Silvio Santos demitisse Sheherazade.

“Deixo aqui todo meu apoio a Rachel Sheherazade, que está certíssima. Que a paz reine!”, escreveu Waack em seu Twitter, ao compartilhar o post em que a apresentadora do SBT Brasil havia feito para Hang afirmando que vai processá-lo por insinuar, que o SBT deveria demiti-la.

“O jornalismo da grande mídia está todo contaminado com ideologias comunistas que destroem o nosso Brasil. Parabéns, Silvio Santos. Somos fruto do que plantamos no passado. O povo quer mudanças. Ainda falta mais gente para você demitir. Rachel é uma delas”, sugeriu Hang, cujo sua loja Havan, é uma das principais clientes e patrocinadoras do SBT.

Assim que verificou a publicação no qual foi alertada por milhares de fãs e simpatizantes, Sheherazade não perdeu tempo e se posicionou. “Já está registrado! Empresário chantageia a emissora onde trabalho e ainda vem a público pedir cabeça de jornalista. Já vi esse filme antes. Mas, agora, vai ter processo. Espere a notificação dos meus advogados”, disparou a âncora do SBT Brasil, principal jornal da família Abravanel, respondendo o empresário também pelo Twitter.

Entretanto, Hang logo se prontificou a respondê-la e ironizar a sua situação: “Rachel, não pedi a sua cabeça, estou apenas sugerindo, o que é bem diferente. Cada um faz o que quiser na sua empresa. Mas, caso aconteça alguma coisa, você pode trabalhar na TV Estatal Cubana Cubavisión, lugar ótimo para quem pensa como você. Abraço do ‘véio’ da Havan”.

Fonte: Observatório da Televisão

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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