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Carla Vilhena nega ter sido racista no caso das críticas à Maju Coutinho

Nesta semana, a ex-jornalista da TV Globo, Carla Vilhena, resolveu explicar a análise que fez, via Twitter, sobre a postura de Maju Coutinho ao noticiar a morte de Jorge Fernando. A jornalista foi bastante criticada nas redes, e até mesmo acusada de racismo, por conta de suas críticas à apresentadora do Jornal Hoje.

“Eu jamais, nunca faria algo para magoar alguém, principalmente a Maju, uma pessoa tão doce e maravilhosa. Eu sou professora de vários jornalistas em formação, pessoas que querem trabalhar na TV. Naquele momento, a professora falou mais forte”, disse, no A Tarde é Sua.

“Eu errei em não avaliar o que e de quem eu estava dizendo. Não é uma pessoa comum, é o símbolo de uma luta de pessoas que se espelham na Maju e sofrem no dia a dia discriminações absurdas, cruéis. Quem acompanhou minha trajetória sabe que eu nunca cometeria nenhum tipo de discriminação, principalmente racismo, que é um crime”, falou ainda. “Isso tudo me fez ver como as pessoas sentem uma dor tão grande do seu dia a dia, da crueldade cometida com muitas pessoas nesse país, e voltaram a munição contra alguém que está do lado delas. Eu não reconheci ali um símbolo, eu tratei uma pessoa como pessoa. Exatamente por não ter nenhum resquício de racismo na minha existência é que não olhei a cor da pele”, completou.

A jornalista ainda explicou que está tudo bem entre ela e Maju. “Falei com ela, falei ‘tem toda a razão se estiver chateada comigo. Gostaria que você lembrasse da minha história, de quem eu sou, da sua colega e me perdoasse por essa falta do entendimento de toda a situação pela qual já passou’”, disse. “Eu jamais olharia para ela como uma pessoa de pele negra porque isso não faz parte do meu mundo. Com tudo isso, tinha esquecido que ela era uma pessoa que tinha sentido isso na pele, o racismo. A gente optou por não tocar mais nesse assunto, deixar passar. Quem me conhece sabe que isso é absurdo”, disse Vilhena.

Fonte: Observatório dos Famosos

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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