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Ana Furtado faz desabafo sobre câncer

A apresentadora Ana Furtado relembrou sua luta contra o câncer e revelou o motivo de não ter deixado de trabalhar durante seu tratamento. A apresentadora do É de Casa, ainda afirmou que tinha confiança de que não morreria dessa doença.

“É uma caminhada que não é fácil. Receber o diagnóstico de um câncer vem com tanto peso, tantos significados para a vida de qualquer um. É um baque, um susto. O câncer, em um primeiro momento, é uma grande ameaça e, para muitos, continua sendo. Então, desde o começo, me propus a ter uma aceitação positiva da doença e essa aceitação me levou a me adaptar a esses novos cenários”, afirmou a estrela, em entrevista ao Gshow.

Sobre trabalhar enquanto fazia tratamento: “Poderia ter ficado em casa, minha empresa me liberou, me deixou decidir o que eu quisesse. Mas trabalhar, para mim, foi tão importante no sentido de que eu não tinha só a doença como foco, além disso e da minha dedicação à cura, também queria me dedicar a algo que me traz felicidade. O trabalho me deu força para eu me sentir viva e capaz.”

“Tive dores. Passei por muitas coisas que vocês não imaginam no ao vivo, em cima do palco, mas não me arrependo. Talvez se eu não estivesse trabalhando não teria passado por todo esse processo da forma como passei, sabe? De cabeça erguida, com ânimo, me sentindo com esse poder de domínio sobre mim, sobre meus sentimentos, meu corpo. Sou capaz, eu vou e vou conseguir”, acrescentou ainda.

“Quando recebi a notícia, não tive medo de morrer! Até me surpreendi, tinha certeza absoluta de que iria me curar. Mas é uma ameaça. Tive medos: de como ia corresponder ao tratamento, como ia me sentir, como as pessoas do meu lado iam me tratar… Pensava em como segurar essa onda por mim e minha família. Depois entendi que nada acontece por acaso e deixei de perguntar ‘por que comigo?’. Passei a me perguntar ‘por que não comigo?’, aí tudo mudou. Isso não significou que não tive momentos de tristeza, tá?”

Em seguida, Ana falou sobre sua confiança na recuperação: “Mas sempre tive certeza de que não morreria disso, e não vou! Minha profissão foi como um remédio para mim, um apoio, um suporte e vai continuar sendo.”, contou a artista.

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Essa foto foi tirada no dia 14 de dezembro de 2018, dia da minha última sessão de radioterapia, meu último dia de tratamento. Ela representa tanto pra mim…. 🙏🏼🌟 E hoje compartilho essa lembrança por uma razão especial. Hoje, dia 4 de fevereiro, é o #DiaMundialDoCâncer. Data que simboliza a luta pela prevenção da doença e conscientização. Conscientização da importância de ir ao médico com regularidade, de ter seus exames em dia, de manter hábitos saudáveis física e mentalmente. Porque quanto mais cedo houver um possível diagnóstico, maiores são as chances de cura. O dia de hoje também pede que tenhamos consciência de que o momento do diagnóstico é duro, de que os tratamentos não são simples, de que câncer é difícil… mas não é uma sentença de morte. É preciso consciência de que a cura é possível. De que, por mais árdua que seja essa batalha, você pode sair dela vencedor ou vencedora. Com fé, com força e com o amor daqueles que amamos (e isso inclui nós mesmos), superamos os mais difíceis desafios. A fé e o afeto podem nos fortalecer de maneira extraordinária. Para quem vive o câncer, como paciente ou pessoa próxima, é preciso compreender e também ter consciência de que virão dias de dor, choro, medo. E tudo bem. Faz parte do processo. É humano, fortalece. Os dias de luz, coragem, felicidade, superação também vêm. Mas, independentemente do dia, busque vivê-lo intensamente. Busque contemplar a vida como ela merece ser contemplada. Apreciar cada detalhe. Ressignificar sua existência e valorizá-la. Porque nessa vida (a única que temos!) nenhum medo pode ser maior que a nossa alegria e vontade de viver!

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Fonte: Observatório dos Famosos

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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